PSD
Grupo Parlamentar
Requerimento
Assunto: Observatório Astronómico de Santana- OASA
Foi inaugurado com pompa e circunstância pelo Governo Regional o chamado Observatório Astronómico de Santana, na Vila de Rabo de Peixe, uma das poucas organizações científicas dos Açores, que promoveu com sucesso o conhecimento astronómico e projectou a Região junto da comunidade científica internacional.
Na década de 90, graças ao empenho, esforço e dedicação de alguns Astrónomos Amadores dos Açores, liderados pelo Dr. João Porto, o entusiasmo à volta do OASA foi tal que congregou mais de 200 sócios. Inicialmente sem sede própria, conseguiram apoios do Governo Regional e instalaram-se na costa norte da ilha de S. Miguel, em Santana, localização de excelência para a observação astronómica.
Trata-se de um Observatório Astronómico que possui um Planetário, uma Cúpula insuflável para sessões virtuais, com capacidade para 40 pessoas, para além de muitos equipamentos de observação do sistema solar. Foi o 1º Observatório em Portugal e um dos maiores da Península Ibérica.
O OASA ganhou notoriedade pela intensa actividade junto da comunidade em geral e das escolas da Região, ao ponto de desenvolver actividades noutros pontos do país.
É do conhecimento público que o OASA fechou as portas e encontra-se inactivo, com sofisticados e caros equipamentos abandonados, representando para a comunidade científica portuguesa uma perda incompreensível.
Ao que se julga saber, a situação deve-se ao diferendo que opõe o OASA ao Clube de Tiro de S. Miguel, sedeado nos mesmos terrenos propriedade da Região Autónoma, o que resultou em desentendimentos entre as respectivas direcções.
De acordo com os fundadores do OASA, aguarda-se que o Governo Regional resolva o problema, desanexando os terrenos ou expropriando ao Clube de Tiro de S. Miguel a gleba de terreno que outrora foi cedida e pertença da Região.
Assim, ao abrigo das disposições estatutárias e regimentais aplicáveis, os Deputados subscritores do Grupo Parlamentar do PSD requerem ao Governo Regional o seguinte:
Tratando-se de uma organização de manifesto interesse colectivo, está o Governo Regional disponível para intervir e ultrapassar o diferendo?
Tendo os terrenos sido cedidos pela Região ao Clube de Tiro, irá o Governo Regional proceder à desanexação ou expropriação da gleba de terreno indispensável ao Observatório Astronómico de Santana?
O que pretende o Governo Regional fazer no imediato no sentido de salvar o Observatório Astronómico dos Açores?
Ribeira Grande, 29 de Maio de 2006
Os Deputados
Um olhar telescópico da Região Autónoma dos Açores, ilha de São Miguel, sobre os fenómenos astronómicos que acontecem no Universo mais próximo.
quarta-feira, maio 31, 2006
quinta-feira, maio 11, 2006
O espectáculo perdido

Na madrugada do dia 8 de Maio o fragmento "C" do cometa 73P-SW passou em frente ao anel da Lira ou da Nebulosa Planetária M57. No entanto, devido ao mau tempo que se fez sentir não nos foi possível obter uma imagem que registasse este espectáculo único. Porém fica aqui uma imagem de Stefan Seip de Estugarda (Alemanha). Vê-se tambem a galáxia IC 1296.
Entretanto se as condições atmosféricas melhorarem iremos tentar fazer mais algumas imagens da aproximação à Terra dos fragmentos do cometa 73P.
domingo, abril 30, 2006
Uma infâmia

Até que enfim é denunciado publicamente a infâmia feita ao OASA.
Como fundador do OASA só espero que:
1. o governo regional desanexe os terrenos, como propus em tempos, expropriando aquilo que um dia foi da região,
2. que a direcção, que levou o OASA à falência (eram sócios do Clube de Tiro!!) pagem pessoalmente o que devem por actos de má gestão,
3. que se inicie uma nova vida cheia de projectos, e que os antigos fundadores, demitidos por sua própria iniciativa, regressem para darem o seu contributo aos Açores.
quinta-feira, abril 27, 2006
Uma aberta para o 73P/SW


Finalmente a noite de 23 para 24 permitiu-nos ver o cometa 73P, nomeadamente o fragmento "C". Por um pequeno espaço de tempo de cerca de 3 horas, o céu manteve-se limpo...depois vieram as nuvens baixas de sudoeste. O 73P -C apresentava-se com forte condensação e uma cabeleira apreciável (como mostra o grafico). Tentámos fazer alguma fotometria com as imagens disponíveis, obtendo como resultado uma magnitude de 9.5. Aqui fica uma imagem resultante da integração de outras 8 num total de cerca de 10 minutos de exposição.
sábado, abril 08, 2006
O cometa 73P fragmentado

Parece que o cometa 23P Schwassmann-Wachmann fragmentou-se em 20 cometas menores e a sua (suas) passagem(ns) serão visíveis em Maio. Na madrugada de 8 de Maio, pelas 03:00 horas, se o tempo permitir, poderão ser feitas belas imagens, pois o corpo principal deste cometa passará perto da M57. Vejam o gráfico respectivo.
Entretanto o Sol presenteou-nos com bonitas imagens da mancha solar 10866 rodando no seu limbo oeste e com uma Proeminencia tambem situada a oeste. Reparem na granulação da superficie solar, a fotosfera. A imagem foi obtida com uma webcam (toucam pro) e um ETX90.


Uma Proeminencia bonita e o grupo
10866 a rodar no limbo Oeste, visto
em H-alfa.
Repare da granulação da Fotosfera. Presentes os grupos 10866 (a rodar no limbo)
e o grupo 10865, que também aparece acompanhado de uma gaivota
na imagem abaixo.
Entretanto uma grande mancha solar surgiu, como podem constatar pela imagem!!
Não! Não é uma mancha solar, mas apenas uma gaivota que se atravessou no caminho. Ao lado, no canto inferior direito, sim... é a mancha solar classificada como 10865.

Parecia ser uma mancha solar!
Apenas uma gaivota que se atravessou no nosso campo de observação.
No canto inferior direito, essa sim, uma mancha solar!
sexta-feira, abril 07, 2006
Do tamanho do planeta Neptuno
A grande mancha solar está prestes a rodar no limbo oeste do Sol. Até agora, apesar de todo o potencial energético armazenado ( veja ó reticulado de fáculas brilhantes à sua volta), ainda não produziu qualquer "flare". Entretanto a SO desenvolve-se uma grande Proeminencia em forma de arco e de estilete. Note o "glóbulo" de plasma na sua extremidade.
A região activa 10866, assim como as outras, teem-se pautado por fragmentarem as suas umbras num processo interno de criação de multipolaridades magnéticas que provavelmente ajudam na dissipassão da energia necessária à explosão de Fulgurações. Em todo o caso, mesmo que haja uma fulguração com ejecção de matéria coronal para o espaço e raios X, já não seremos atingidos.
quinta-feira, abril 06, 2006
Preparada para explodir

a Região Activa 10685 acumulava energia preparando-se para produzir uma Fulguração com Ejecção de Matéria Coronal para o espaço. Ontem, dia 5 de Abril de 2006, em imagem obtida por nós na banda da luz visível, era perfeitamente notório o desenvolvimento gigantesco da mancha leader deste grupo, com a existência de duas "pontes de luz" que atravessavam as umbras. Se houver uma Fulguração é muito provável que não atinga o nosso planeta, dado que este grupo roda já próximo do limbo oeste do Sol.
quinta-feira, março 30, 2006
O Sol reactivado

Não foi possível ver o eclipse devido às péssimas condições climatéricas que se fizeram sentir durante todo o dia de ontem. Hoje, 30 de Março, o céu permitiu-nos vislumbrar um pouco de azul, que aproveitámos para acompanhar a actividade solar. A região activa 10865 desenvolveu uma bipolaridade muito grande podendo nos próximos dias produzir algumas fulgurações menores ou pelo contrário entrar em processo de decaímento. A imagem global das duas regiões em H-alfa mostra a conturbação magnética desta RA e da outra que surgiu anteontem.
Outra região muito activa rodeada de fáculas, muito nitidas na imagem, é a 10866, acabada de rodar no limbo leste e que se apresenta como uma Axx. Clique no mosaico para fazer zoom.
segunda-feira, março 27, 2006
A Lua prepara-se para o Eclipse Solar

O Eclipse Solar terá lugar na próxima 4ª feira, dia 29, iniciando-se às 08:36 UT no Brasil, viajando o eixo da sombra da Lua (com uma largura de 129 km) sobre a superficie terrestre a uma velocidade de 9 km/s. Entretanto a Lua prepara-se para atingir o nodo. Esta imagem do "croissant de Lune" foi feita no dia 27 de Março pelas 07:00 UT. Sobre a Ecliptica podia-se ver também o planeta Vénus muito brilhante.
Consulte http://sunearth.gsfc.nasa.gov/eclipse/SEmono/TSE2006/TSE2006.html
ou ainda http://sunearth.gsfc.nasa.gov/eclipse/OH/OH2006.html#2006Mar29T
quinta-feira, março 23, 2006
ainda a Actividade Solar

No dia 23 de Março, a região activa 10862 rodava na faixa equatorial, como é próprio desta fase do fim 23º e vésperas do início do 24º ciclo solar, aproximando-se do limbo oeste. Apresentava na luz visível uma complexidade bipolar do tipo Bxi rodeada por uma vasta área de fáculas muito brilhantes, como mostra a imagem. As imagens em H-alfa (a "luz" da 1ª linha de emissão do Hidrogénio) mostram também a actividade magnética muito desenvolta e com probabilidades de fazer surgir um "flare" da classe M.
Entretanto outra região activa surgia a norte e também perto já do limbo solar oeste, do mesmo modo da classe Bxi mas de menores dimensões e sem grande actividade magnética.Foi classificada como 10863.
Fora isto, apenas eram visíveis dois grandes Filamentos no disco solar. Assim, pela primeira vez em mais de 2 mêses, a actividade solar ganha algum enfase.
Veja os pormenores fazendo o zoom do mosaico das imagens obtidas.
O dia 29 aproxima-se e com ele o Eclipse Solar Total (para a Africa e Turquia) mas Parcial para nós (apenas aproximadamente 20% do disco solar será escondido pela Lua para S. Miguel e Sta. Maria). Esperemos que o anti ciclone colabore!! Consulte a página oficial da NASA em http://sunearth.gsfc.nasa.gov/eclipse.
domingo, março 19, 2006
Apesar do Mínimo

O Sol mostrava hoje um grupo de manchas solares de algum modo significativo, dado estarmos na fase de Mínimo solar. A Região Activa 10860 prometia maiores desenvolvimentos como uma bipolaridade bastante acentuada e apresentando um Filamento muito encurvado magneticamente. Para além desta RA, apenas era visível um outro filamento a NE. As duas imagens reportam em H-alfa estas duas situações. Entretanto o fluxo protónico atingiu valores bastante elevados e estão a provocar o surgimento de Auroras em zonas geográficas de maior latitude.
segunda-feira, março 13, 2006
Parabéns ao Pedro Augusto

Investigador português descobre nova rádio galáxia
Pedro Augusto, astrónomo do Grupo de Astronomia da Universidade da Madeira (GAUM), descobriu uma nova rádio galáxia, situada na constelação de Pegasus, a cerca de dois mil milhões de anos-luz da Terra. A descoberta foi feita em colaboração com um investigador inglês da Universidade de Durham, Alastair Edge, e uma investigadora americana do National Rádio Astronomy Observatory, Claire Chandler.
quinta-feira, março 09, 2006
Finalmente Pojmanski

Depois de muitas noites de céu nublado, tantas que lhes perdi a conta, finalmente tivemos uma noite propicia à observação astronómica. Fizemos uma observação binocular ao cometa Pojmanski pelas 05:45 AM. Não sendo visível a olho-nu, guiámo-nos por um gerador de mapas estelares, o SkyMap pro, que o localizava logo abaixo da constelação do Golfinho.
Utilizando binóculos 10x50 logo o localizámos sem qualquer dificuldade, parecendo-nos que apresentava uma magnitude entre 6,5 e 7,0 tendo em conta a magnitude visível das estrelas que se encontravam no mesmo campo de visão ou em redor. Visualmente apresentava um núcleo quase estelar ligeiramente difuso com uma cabeleira curta estendendo-se E-O.
Muito gratificante !! Se as condições meteo se mantiverem, talvez seja possível fazer umas imagens! Até lá aqui vai uma imagem do Mike Holloway.
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
Participação no Deep Impact

Recebi hoje um certificado de que muito me orgulho: a minha participação modesta e pequenina no programa Deep Impact da NASA através da Universidade de Maryland.
Elizabeth Warner já havia contactado por correio electrónico, agradecendo a participação e as imagens enviadas e dando a conhecer que em breve seria remetido um certificado. Sempre chegou!
É assim: Enquanto nos EUA se promove e se acarinha a Astronomia Amadora, nomeadamente fortalecendo a ligação à Astronomia Profissional, através de iniciativas muito concretas, em Portugal e sobretudo aqui nos Açores, dá-se primazia a políticas muito "escuras" (e também muito "deeps") que favorecem grupos clubísticos. E mais não digo...oxalá que o futuro desminta as minhas suposições !!
domingo, fevereiro 19, 2006
De atalaia à NOVA RS Ophiuchi
Desde as 5 horas da manhã estivemos de vigilância e preparados com todo o equipamento necessário para vermos e registarmos a Varável RS Ophiuchi que explodiu mais uma vez.
Infelizmente os céus dos Açores pregam-nos constantes partidas e desta vez não fugiu à regra: o céu manteve-se altamente nublado não deixando ver a constelação do Ofiuco.
Deixamos aqui uma imagem do Chumack que teve mais sorte do que nós!!
Em todo o caso vamos manter-nos em alerta nas próximas noites à espera de uma "aberta" e que a magnitude da Nova não desça tanto e tão depressa (0,4 por dia).
quinta-feira, fevereiro 16, 2006
Calendário 2006

Na Livraria Bertrand do Centro Comercial Atlântico podem encontrar uma edição valiosa e muito bem organizada, com muita informação e bonitas imagens: o Calendário de Astronomia 2006, de Grom Matthies da União de Astronomia e Astrofísica e publicado pela Terramágica. Para o astrónomo amador dá sempre jeito ter á mão uma publicação deste género apesar de existirem toneladas de efemérides na net.
segunda-feira, janeiro 23, 2006
O Minimo Solar

Apesar da fase miníma de actividade solar, o Sol apresentava uma mancha solar magnéticamente bipolar, a Região Activa 10848, com o tamanho de 3 Terras e que evoluiu muito rapidamente na última semana. Também com notoriedade, destaca-se uma Proeminencia que apresentando-se no dia 6 de Janeiro, volta a surgir no limbo NE com alguma actividade que lhe confere aspectos interessantes e muito belos.
sábado, janeiro 14, 2006
Fenómeno "estranho" nos céus de São Miguel
No 8 de Janeiro era dada notícia de um fenómeno nos céus de S. Miguel, que mereceu destaque de primeira página nos jornais diários da ilha.
Segundo os testemunhos, o fenómeno surgiu no quadrante Este deslocando-se a uma velocidade muito baixa na direcção Este-Oeste, gerando um rasto de “fogo” muito intenso e luminoso. Para alguns era tido como a entrada de um meteoro nesta área do Atlântico Norte, para outros poderia ser um avião em altitude.
A imagem que aqui apresentamos, foi-nos fornecida por Miguel Acácio Silva (TELACO) que presenciou o fenómeno e que logo me telefonou a dar conta do sucedido remetendo a sua imagem por correio electrónico.
Analisámos esta imagem, bem como as outras publicadas no dia 10 de Janeiro no vespertino Açoriano Oriental, utilizando algum software mais apropriado e chegámos a seguinte conclusão:
1. O fenómeno não foi acompanhado por nenhum “boom” audível de acordo com as testemunhas;
2. Não foi acompanhado por outros fenómenos semelhantes, caso tivesse sido um meteorito com a dimensão colossal do objecto que atravessou o céu (haveria muito provavelmente uma pequena “chuva” de micro-meteoritos);
3. O Sol estava abaixo do horizonte e os seus raios iluminavam, não um rasto, mas dois rastos de vapor de água, provenientes de dois reactores de um grande avião. Analisados mais em detalhe na componente azul da luz branca, os rastos eram inclusivamente soprados pelo vento que se fazia sentir em altitude, dispersando-os em pequenos flocos;
4. O avião não era visível, porque simplesmente com a orientação que levava conjugada com a direcção dos raios solares, fazia com que a sua carlinga acinzentada não reflectisse a luz solar, confundindo-se, aquela distancia, com o azul acinzentado de fim de tarde do céu.
5. Pesquisados na Internet os sites que noticiam a reentrada ou lançamento de foguetões ou de transito de satélites artificiais, nada constámos para aquela hora e região do céu com magnitude idêntica ao manifestado pelo fenómeno.
Assim, aconselha-se mais prudência aos OCS na interpretação que fazem de fenómenos, que como neste caso, sendo resultado natural da actividade humana, podem induzir facilmente em erro.
Segundo os testemunhos, o fenómeno surgiu no quadrante Este deslocando-se a uma velocidade muito baixa na direcção Este-Oeste, gerando um rasto de “fogo” muito intenso e luminoso. Para alguns era tido como a entrada de um meteoro nesta área do Atlântico Norte, para outros poderia ser um avião em altitude.
A imagem que aqui apresentamos, foi-nos fornecida por Miguel Acácio Silva (TELACO) que presenciou o fenómeno e que logo me telefonou a dar conta do sucedido remetendo a sua imagem por correio electrónico.
Analisámos esta imagem, bem como as outras publicadas no dia 10 de Janeiro no vespertino Açoriano Oriental, utilizando algum software mais apropriado e chegámos a seguinte conclusão:
1. O fenómeno não foi acompanhado por nenhum “boom” audível de acordo com as testemunhas;
2. Não foi acompanhado por outros fenómenos semelhantes, caso tivesse sido um meteorito com a dimensão colossal do objecto que atravessou o céu (haveria muito provavelmente uma pequena “chuva” de micro-meteoritos);
3. O Sol estava abaixo do horizonte e os seus raios iluminavam, não um rasto, mas dois rastos de vapor de água, provenientes de dois reactores de um grande avião. Analisados mais em detalhe na componente azul da luz branca, os rastos eram inclusivamente soprados pelo vento que se fazia sentir em altitude, dispersando-os em pequenos flocos;
4. O avião não era visível, porque simplesmente com a orientação que levava conjugada com a direcção dos raios solares, fazia com que a sua carlinga acinzentada não reflectisse a luz solar, confundindo-se, aquela distancia, com o azul acinzentado de fim de tarde do céu.
5. Pesquisados na Internet os sites que noticiam a reentrada ou lançamento de foguetões ou de transito de satélites artificiais, nada constámos para aquela hora e região do céu com magnitude idêntica ao manifestado pelo fenómeno.
Assim, aconselha-se mais prudência aos OCS na interpretação que fazem de fenómenos, que como neste caso, sendo resultado natural da actividade humana, podem induzir facilmente em erro.
Mais uma vez, confirma-se a importância, que terá um Observatório Astronómico na descodificação destes fenómenos. Ficamos a aguardar melhores dias para a Ciência e para a juventude
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