NGC 281 é também conhecida como a Nebulosa do Pacman devido à sua
semelhança com esta personagem e constitui na constelação da Cassiopeia, uma
vasta região de hidrogénio molecular ionizado pela radiação ultravioleta das
estrela azuis que ali nascem continuamente e por Glóbulos de Bok, poeira escura
de óxidos de carbono, silíca, hélio e hidrogénio molecular.
Um olhar telescópico da Região Autónoma dos Açores, ilha de São Miguel, sobre os fenómenos astronómicos que acontecem no Universo mais próximo.
segunda-feira, setembro 29, 2014
sábado, setembro 27, 2014
Duas noites com os astros
As noites de 25 e 26 de setembro foram propiciadoras á realização de algumas observações das quais deixamos algumas imagens.
Outra Supernova fez a sua aparição na galáxia longínqua UGC 2855, na constelação da Girafa. Do tipo Ia devido á explosão de uma Anã Branca que num sistema binário "canibalizou" a sua companheira estelar.
Outra Supernova fez a sua aparição na galáxia longínqua UGC 2855, na constelação da Girafa. Do tipo Ia devido á explosão de uma Anã Branca que num sistema binário "canibalizou" a sua companheira estelar.
Entretanto o cometa C/2014 E2 Jacques foi apanhado nesta imagem de 120 segundos apenas e que mostra curiosamente a passagem de um satélite artificial.
Na constelação do Pégaso a 46 milhões de anos-luz, apontámos para a NGC 7331 que faz parte do Grupo de galáxias Deer Lick, mesmo ao lado do célebre Quinteto de Stephan, que uma noite destas visitaremos.
Por cima das nossas cabeças, circulava a maior nebulosa planetária, conhecida por Messier 27 ou Nebulosa do Haltere, cobre metade do diâmetro aparente de uma Lua Cheia e está a 1200 anos-luz na constelação da Raposa.
Outra Nebulosa mas de caraterísticas muito diferentes sendo uma autêntica bolha de gás em expansão, é a NGC 7635 ou Nebulosa da Bolha, situada na constelação da Cassiopeia a cerca de 7100 a-l. A nuvem de gás brilha á custa da pressão do vento estelar (2000 km por segundo), da estrela que se encontra no seu centro e que é 40X mais massiva que o Sol. Esta bolha tem cerca de 6 anos-luz.
Aproveitando a nossa presença na Cassiopeia fizemos uma visita a um grande região nebular conhecida como a Nebulosa do Coração e de que faz parte a IC 1795 como nebulosa de emissão. É uma região situada a 6000 a-l e de intensa produção estelar a partir das vastas nuvens de hidrogénio.
Tendo visto a Nebulosa do Haltere, teríamos que ver a sua versão mais pequena, a Messier 76 ou Nebulosa Planetária da Rolha (Cork), expandindo-se apenas a 46 km por segundo e situada na constelação de Perseu a 10.000 anos-luz.
Finalmente demos uma vista de olhos pela região da IC 59 e da IC 63. Esta última é uma nebulosa mista de reflexão e emissão localizada a 600 a-l na Cassiopeia e que tem como vizinha (a 3-4 a-l) a brilhante estrela Gamma Cassiopeia que a faz brilhar com a sua intensa radiação.
terça-feira, setembro 23, 2014
A atividade solar
Outro grupo cingia-se a uma simples Hrx (RA 2173).
Em todo o caso, qualquer delas nas suas dimensões excediam as do nosso planeta.
domingo, setembro 21, 2014
O Jacques e a SNdx na muito ativa NGC337
A Supernova C/2014cx foi descoberta em 2 setembro deste ano por Koichi Itagaki. É do tipo II e apresenta-se de momento com uma magnitude em torno dos 14,3. A NGC 337 é uma galáxia
espiral barrada (SBcd) localizada na direcção da constelação da Baleia e constitui
uma fonte de produção massiva de novas estrelas. Recentemente foram descobertos
8 objetos ultraluminosos emissores de raios X e anteriormente a esta descoberta
outra Supernova do tipo IIP, a SN 2011DQ havia explodido nesta galáxia muito
ativa tendo sido observada em 15 maio de 2011 pelo Observatório Sul Africano
Klein Karoo.
C/2014 E2 (Jacques),
provisóriamente designado por S002692, é um cometa de período longo descoberto
pelos astrónomos brasileiros do Observatório SONEAR, nomeadamente Cristóvão Jacques
Lage de Faria, Eduardo Pimentel e João Ribeiro de Barros na noite de 13 março
deste ano.
Neste momento o brilho deste
cometa, que foi visível com binóculos, está a enfraquecer atingindo agora os
11,5.
sábado, setembro 06, 2014
segunda-feira, setembro 01, 2014
quinta-feira, julho 17, 2014
A Nebulosa do Euro
Situada na constelação do Cisne tem
cerca de 25 anos-luz de diâmetro, e está a aproximadamente 4.7 mil anos-luz de
distância da Terra (felizmente!).
É uma nebulosa muito difícil de
fotografar dado que as estrelas brilhantes que a rodeiam “queimam” a imagem da
nebulosa quando fazemos exposições de longa duração.
Em todo o caso realizámos 30
exposições de 40 segundos cada que depois de integradas e pré-processadas com
os respetivos darks, flats e offsets, foram suficientes para revelar a zona
mais luminosa da emissão do hidrogénio da bordadura da nebulosa que faz lembrar
o símbolo €. Não utilizámos também os filtros normalmente aconselhados (Halfa
ou OIII).
A estrela central da nebulosa é uma
Wolf-Rayet (WR 136), considerada uma estrela rara muito muito massiva mas que
perdeu a sua massa de forma acelerada devido aos fortes ventos solares que
também moldam o ambiente á sua volta, expelindo o equivalente à massa do nosso
Sol a cada 10.000 anos. Dentro de alguns milhões de anos, a WR 136 deverá dar
origem a uma supernova.
A imagem dá relevância às
estrelas azuis dado ser uma região propícia á formação de estrelas, nebulosas
escuras resultantes da concentração de gás e poeira cósmica ali existente.
quarta-feira, julho 16, 2014
Um DAMACLOIDE: um asteroide que se tornou cometa
Pela primeira vez observou-se um asteroide , designado por2013 UQ4 e descoberto a 23 de outubro pelo Catalina Sky Survey, a transformar-se num cometa, o C/2013 UQ4 Catalina. Anteriormente a este caso, em 2002, o NEO 2001 OG108 havia dado origem a uma cabeleira cometária e foi por isso reclassificado também como cometa: C/2001 OG108 (LONEOS).
Em 7 de maio de 2014, Taras Prystavski e Artyom Novichonok observavam o asteroide quando deram conta do desenvolvimento de uma cauda de poeiras.
Este tipo de asteróide pertence á classe dos Damacloides e são caracterizados por serem objetos de período longo com órbitas retrógradas e muito excêntricas.
Presentemente passa a grande velocidade na constelação do Dragão vindo do hemisfério sul, crescendo em magnitude e tendo atingido a distância mínima ao nosso planeta de 47 milhões de quilómetros a 10 de julho. Percorre cerca de 7 graus em 24 horas o que produz imagens como aquela feita por nós na madrugada de 16 de julho em que é visível o seu trajeto em cerca de 35 minutos.
Em grande medida isto dificulta o posicionamento do cometa no campo de visão reduzido de um telescópio com maior ampliação.
A imagem é o resultado da integração de 32x40 segundos a 1600 iso com uma Canon 350D modificada e dotada de um filtro anti-poluição luminosa (CLS clip system) em foco direto num Celestron de 203mm com um redutor de focal f/6.3. Na mesma imagem, no canto superior direito é visível uma galáxia PGC de magnitude 15,1.
Simulação produzida pelo SkyMap mostrando o trajeto do asteroide/cometa.
terça-feira, julho 01, 2014
Atividade solar
Com o aparecimento destas duas Regiões Ativas cresceram as possibilidades de se produzirem fenómenos fulgurativos de raios X nos próximos dias.
domingo, junho 29, 2014
Uma Supernova na galáxia profunda NGC4386 e outras galáxias
Galáxia: NGC 4386 Supernova SN2014bv Tipo Ia
Coordenadas supernova: 12h 24m 31s +75º 32' 09"
Estrela de calibração 149: magnitude 14,940 (V),14.508 (Rc) e 15,540 (B)
Mais informação: http://www.rochesterastronomy.org/sn2014/sn2014bv.html
M101 na Ursa Maior
M100 na Virgem
terça-feira, junho 24, 2014
terça-feira, junho 17, 2014
domingo, junho 15, 2014
O k1 PANSTARRS por breves momentos
Entre as 22:00 e as 22:30, uma pequena "aberta" permitiu ver o cometa C/2012 K1 Panstarrs
em Ponta Delgada.
segunda-feira, junho 09, 2014
Cometa K1 PANSTARRS a crescer de brilho
Noite de 8 de junho com abertas e nuvens baixas correndo de NW e poluição luminosa acrescida pelos foguetes (roqueiras!) das festividades do Espírito Santo. Voltámos a centrar a nossa atenção no cometa C/2012 K1 PANSTARRS que continua a transitar na constelação da Ursa Maior. Fizemos 50 imagens de 40 segundos cada que integrámos posteriormente com o software Íris. As imagens foram captadas em foco direto num C8 com um redutor de focal 6,3 e uma Canon 350D modificada e com filtro antipoluição luminosa. O cometa apresentava-se baixo no céu sofrendo do fenómeno de extinção (tornando o cometa azulado) e de muita nebulosidade esparsa provinda de NW.
Apesar de todos os constrangimentos registámos um aumento de brilho para 7,8 - 7,9 e uma condensação da cabeleira bastante pronunciada.
Mosaico de duas imagens mostrando o cometa, ora centrado no campo estelar ora no seu próprio falso-núcleo.
segunda-feira, junho 02, 2014
Primeiras imagens de junho
Cometa C/2012 K1 Panstarrs com um Celestron 203mm a f/6,3
Integrações de 10x40 segundos a 1600iso com Canon 350D modificada e com filtro CLS clip system
Pré-tratamento com masters flat, dark e offset
Enxame Globular M13 da constelação de Hércules
domingo, junho 01, 2014
Acompanhando o K1 e a SN2014bc
O cometa C/2012 K1 Panstarrs ultrapassou já a barreira da magnitude 8 e evolui rapidamente para ser um objeto binocularmente detetável.
A galáxia M65 e a sua companheira M66 que alberga a SN2014bc que parece ter aumentado de brilho perto do núcleo galáctico.
A galáxia M64 numa curta exposição.
terça-feira, maio 27, 2014
Um Cometa e uma Supernova do Consórcio Panstarrs
A noite de 26 de maio foi bastante razoável para observações
astronómicas. Pelo menos até perto da 24:00 horas, quando de oeste se adensaram
nuvens que viriam a cobrir praticamente todo o céu. Neste lapso de tempo
efetuámos múltiplas imagens do cometa C/2012 K1 Panstarrs que circula na Ursa
Maior com um brilho muito mais intenso desde a última vez que o vimos. Deverá
no momento ter uma magnitude visual em torno dos 8.
Aqui ficam duas imagens do cometa que surge com uma cauda já
bastante desenvolta e com uma cabeleira esverdeada de cianogénio.
Por falar em Panstarrs veio-nos á mente que a equipa PanSTARRS-1 descobriu com
a confirmação posterior do Katzman Automatic Imaging Telescope ( KAIT ) do Observatorio
Lick, de uma Supernova na galáxia M106, na constelação dos Cães de Caça e agora
denominada SN2014bc. Como andávamos lá perto, resolvemos dar uma “vista de
olhos”, realizando uma integração de 24 imagens de 40 segundos.
A M106 situa-se a 23 milhões de anos-luz e foi exatamente a
esta distância no tempo que a estrela supergigante explodiu de forma violenta
até chegar ao nosso planeta no dia 20 de maio de 2014, data da sua descoberta.
A galáxia é relativamente brilhante com magnitude 9,possuindo um núcleo também muito
brilhante que dificulta a visualização da Supernova por se encontrar apenas a alguns
segundos de arco deste núcleo com uma magnitude de cerca de 14,5.
Trata-se de uma Supernova do tipo II com espetro de emissão
no H-alfa (1ª linha de emissão do átomo de hidrogénio), tipicamente massiva em
relação ao nosso Sol (pelo menos 8 vezes maior) e que esgotado o seu
combustível (hidrogénio e hélio) em elementos mais pesados como o ferro, chega
a um beco sem saída, apagando-se o seu “motor” interno e decaindo sobre si
própria. Quando as camadas exteriores da estrela atingem o núcleo, produz-se
uma explosão colossal que atinge tudo á sua volta e devolve ao espaço cósmico
todos os elementos de que agora somos feitos…incluindo o ferro que nos circula
no sangue!
A imagem obtida no limite técnico de um telescópio
Schimidt-Cassegrain de 203mm a f/10, não evidência de forma clara a presença da
Supernova que deverá nos próximos tempos aumentar de brilho. A imagem foi
redimensionada (encolhida) apenas a 80% do seu tamanho original.
Entretanto o cometa 209P/LINEAR esteve a 6 de maio no seu perihélio mas
a 29 deste mês passará apenas a 0,0554 Unidades Astronómicas (UA) do nosso
planeta (8,290,000 km) atingindo magnitude de 11 e tornando-se no 9º cometa a
aproximar-se tando da Terra.
Esperava-se também que o nosso planeta fosse afetado na
manhã de 24 de maio pela sua passagem pelas poeiras deixadas pela cauda deste
cometa, criando uma tempestade de meteoritos, o que não se veio a verificar
(teria sido um belíssimo espetáculo).
A imagem aqui presente revela-o com uma magnitude muito
fraca da ordem dos 15 valores mostrando apenas o seu núcleo muito brilhante.
Uma outra galáxia do céu profundo e com magnitude de 15.4 também é visível no
mesmo quadrante. Acrescentámos uma mapa da mesma região do céu produzido pelo
simulador SkyMap pro.
Na constelação da Virgem existe a bonita galáxia espiral
barrada denominada M104 (M de Messier, o seu catalogador mas não descobridor) e
situada a cerca de 28 milhões de anos-luz. É também conhecida pela Galáxia do
Sombrero devido a parecer-se com um chapéu mexicano.
Possui, como a imagem mostra, um núcleo muito brilhante onde
reside um Buraco Negro Supermassivo. Em seu redor gira um disco imenso de
poeira e matéria escura que não deixa passar a luz.
quinta-feira, maio 15, 2014
O K1 Panstarrs entre nuvens
Noite de 14 maio. Nem deu para aquecer o equipamento...uma aberta de meia-hora foi a janela de observação permitida para fazer astrofotografia: 15 imagens de 40 segundos com muito ruído de fundo (Lua Cheia a 99,9% e nuvens altas). O cometa revela-se mais brilhante do que nunca (8,2) e promete espetáculo daqui a uns mêses.
quarta-feira, maio 14, 2014
Cometas em alta
Na noite de 13 de maio realizámos imagens do cometa K1 Panstarrs que cruzava a constelação da Ursa Maior com um brilho crescente rondando a magnitude visual de 8,3.
Apesar da Lua estar na sua fase Cheia e da poluição luminosa de Ponta Delgada, dava para perceber o aumento de brilho do cometa e de uma Cabeleira bastante extensa com um Falso Núcleo "starlike".
O mosaico aqui presente resulta da integração de imagens de 35x40 segundos obtidas com um Celestron 203mm a f/10 e uma Canon 350d modificada e com filtro clip system CLS. Software de pré-tratamento Íris com masters Offset, Dark e Flat.
Outro cometa também a transitar na mesma constelação era o 209P/Linear com uma magnitude muito débil e do qual foi possível registar apenas um falso núcleo muito brilhante. Este cometa gerou um vasto campo de partículas no espaço que o nosso planeta irá atravessar na manhã do próximo dia 24, entre as 6:00 e as 7:30 horas, e que deverá apresentar um ZHR (Zenital Hourly Rate) bastante elevada, sendo que alguns esperam uma autêntica tempestade de meteoritos (entre 100 a 4000 por hora). Fenómeno idêntico àquele presenciado por nós em novembro de 1998 com as Leónidas.
Na imagem é visível uma galáxia longínqua (PGC) com magnitude perto de 17.
Apresentamos também um mapa da zona do céu onde se situava o cometa e gerado pelo SkyMap pro e que mostra a exata posição do cometa 209P/Linear.
sexta-feira, maio 02, 2014
Açores recebem em 2015 a reunião magna do European VLBI Group for Geodesy and Astrometry
Os Açores vão receber no próximo ano a reunião magna do European VLBI Group for Geodesy and Astrometry (EVGA), depois de a candidatura açoriana ter derrotado a que foi apresentada pela Rússia.
A candidatura dos Açores, apresentada durante a oitava assembleia do International VLBI Service for Geodesy and Astrometry (IVS), realizada em Xangai, na China, e por nós aqui noticiada, obteve 36 dos 39 votos possíveis, enquanto a candidatura russa obteve apenas três votos.
A presença dos Açores nestes fóruns decorre no âmbito da Rede Atlântica de Estações Geodinâmicas e Espaciais (RAEGE).
O projeto da RAEGE visa a construção de uma rede composta por quatro estações geodésicas fundamentais (EGF), destinadas à realização de estudos de Radioastronomia, Geodesia e Geofísica.
A estação de Santa Maria estará pronta a ser inaugurada, com todos os equipamentos em funcionamento, a partir do primeiro trimestre de 2015, altura em que se realizará nos Açores o encontro EVGA2015, que contará com a presença de cerca de 80 investigadores de todo o mundo.
Este evento, que se realizará de 18 a 22 de maio de 2015, terá a duração de cinco dias e será agregado ao encontro da direção do IVS, que contará com cerca de duas dezenas de participantes.
In Painel SRRN.
domingo, abril 27, 2014
Novas do K1 Panstarrs a 26 e 30 de abril
A variação de magnitude neste período não foi muito significativa.
As imagens presentes nestes dois mosaicos foram realizados com condições atmosféricas muito más com nebulosidade e vento do quadrante sul e poluição luminosa á mistura. Dificuldades acrescidas em manter uma focagem razoável e na seleção da estrela de referência para uniformização da palete RGB. Muito ruído de fundo!!
quinta-feira, abril 24, 2014
O K1 PanStarrs aumenta de brilho
O cometa C/2012 K1 Panstarrs foi observado por nós em 23 abril 2014 mostrando que o seu brilho aumentou para 8.8-8.7 e desenvolvendo uma cauda de poeiras muito extensa. Também parece ter gerado uma cauda iónica "escondida" pela primeira num ângulo de aproximadamente 175º,
O aparecimento desta cauda iónica poderá dever-se à atividade solar com as suas ultimas fulgurações .
Mapa estelar da região onde transita o cometa produzido pelo SkyMap.
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