No dia 11 de maio foram festejados os 15 anos de existência do OASA - Observatório Astronómico de Santana Açores com uma cerimónia aberta ao público e onde foi dado pose à Comissão Científica pela Dra. Teresa Silva.
Um olhar telescópico da Região Autónoma dos Açores, ilha de São Miguel, sobre os fenómenos astronómicos que acontecem no Universo mais próximo.
sexta-feira, maio 13, 2016
Os 15 anos do OASA e a tomada de posse da Comissão Científica
No dia 11 de maio foram festejados os 15 anos de existência do OASA - Observatório Astronómico de Santana Açores com uma cerimónia aberta ao público e onde foi dado pose à Comissão Científica pela Dra. Teresa Silva.
segunda-feira, maio 09, 2016
Transito de Mercurio de 9 de maio 2016
Fase de Ingresso: 2º contato
Próximo da fase final
Setup
Fase final
Ingresso de Mercúrio no disco solar
Fase inicial
Passagem pelas RA 2542 e 2543
sábado, abril 30, 2016
O 81P, o 252P a galáxia da Baleia e o olho negro.
As noites de 29 de abril e 1 de maio proporcionaram condições razoáveis para a observação astronómica apesar da brisa constante de NE e de muita turbulência atmosférica que fazia cintilar as estrelas, sobretudo na noite de 29.
Fizemos imagens de objetos em zonas opostas: a NGC4631 ou galáxia da Baleia na constelação dos Cães de Caça a NW , do cometa 81P Wild e do cometa 252P/Linear muito baixo no horizonte de SE agora na constelação de Ophiucus e ainda da galáxia M64.
A NGC4631 acompanhada pela galáxia anã interativa NGC4627 situa-se a 25 a 30 milhões de anos-luz e é uma galáxia espiral enquanto a sua companheira é elitica. Apresenta uma atividade inusitada com um bulbo central assimétrico e onde ocorrem explosões de Supernovas e de estrelas azuis com um período de vida muito curto.
Fizemos imagens de objetos em zonas opostas: a NGC4631 ou galáxia da Baleia na constelação dos Cães de Caça a NW , do cometa 81P Wild e do cometa 252P/Linear muito baixo no horizonte de SE agora na constelação de Ophiucus e ainda da galáxia M64.
A NGC4631 acompanhada pela galáxia anã interativa NGC4627 situa-se a 25 a 30 milhões de anos-luz e é uma galáxia espiral enquanto a sua companheira é elitica. Apresenta uma atividade inusitada com um bulbo central assimétrico e onde ocorrem explosões de Supernovas e de estrelas azuis com um período de vida muito curto.
O cometa periódico de curta duração 252P/Linear depois de ter aumentado de brilho 100x e ter dado um espetáculo a olho-nu para os observadores no hemisfério sul, surge agora no nosso hemisfério com um brilho muito mais fraco ( cerca de 7,5) e esverdeado devido à presença do carbono diatómico (C2) que se torna fluorescente com a radiação solar. na noite de 29 transitava a sul da estrela Rasalhague a 1/4 Unidades Astronómicas.
Todas as imagens foram obtidas com um Celestron de 8 polegadas a f/6,3 e uma Canon 350D desfiltrada e dotada apenas com um filtro anti-poluição luminosa CLS. O software aplicado foi o Iris com pré-processamento usando master dark, flat e offset e integrando mais de uma dúzia de registos de 50 segundos cada e sem guiagem.
sexta-feira, abril 08, 2016
Finalmente alguma atividade de relevo
O Sol atravessa um período de muito baixa atividade porque está no designado Mínimo Solar com repercussões no fraco aparecimento de Manchas Solares ou quanto muito com estruturas muito simples. Finalmente desde ontem que roda no quadrante NE junto ao limbo uma mancha solar mais complexa e de dimensão grandiosa (pelo menos duas vezes o tamanho do nosso planeta) apresentando fáculas e multi polaridades que poderão evoluir de uma Dki para algo ainda magnéticamente maior que poderá produzir algumas Ejeções de Massa Coronal.
Deixo-vos aqui a imagem da Região Ativa 2529, resultante do "stack" de 500 "frames" feito com um ETX90 e uma SPC900nc com redutor de focal.
Deixo-vos aqui a imagem da Região Ativa 2529, resultante do "stack" de 500 "frames" feito com um ETX90 e uma SPC900nc com redutor de focal.
A 16 de abril registámos imagens em H-alfa e na LV. Durante todo este período só foram produzidas algumas fulgurações da classe C e apenas no dia 18 foi registado um evento maior da classe M.
segunda-feira, março 21, 2016
C/ 2014 S2 Panstarrs
Cometa C/2014 S2 Panstarrs visto de Ponta Delgada na noite de 17 março. Apesar da poluição luminosa causada pela Lua em quarto crescente e daquela introduzida pela iluminação pública da cidade, fizemos um pacote de 30 imagens de 50 segundos cada, sem guiagem. O cometa situa-se entre as constelações das Ursas Maior e Menor com uma magnitude de 9,5 só visível com telescópio. Encontra-se a uma distância de 1,866 Unidades Astronómicas do nosso planeta.
sexta-feira, março 18, 2016
Um asteroide que se converteu em cometa
Na altura da sua descoberta pela Pan-STARRS, em 22 janeiro
de 2016, o asteroide 2016 B14 tinha uma magnitude entre 19 e 20 sendo de
visibilidade muito fraca (250.000 vezes mais fraca do que a estrela menos
visível a olho-nu).
Mais tarde foi considerado um objeto potencialmente perigoso
para o nosso planeta uma vez que poderia fazer no futuro aproximações tangenciais, devendo passar agora a 22 de Março apenas a 14 distâncias lunares da Terra.
Entretanto os astrónomos M. Knight, M. Kelley e Silvia
Protopapa detetaram o aparecimento de uma ténue cauda de poeiras neste
asteroide passando assim a ser considerado um cometa, o P/2016 BA14 Pan-STARRS.
Por coincidência, um outro cometa era suposto fazer a sua
aparição em 21 de março com o mesmo período orbital, o 252P/Linear, passando apenas
a 9 distância lunares da Terra. Chegou-se a pensar que esta coincidência
revelasse apenas e afinal a cisão em dois deste cometa.
Assim, estes dois cometas fazem uma aproximação ao nosso
planeta que não era verificada à 246 anos com o cometa Lexel passando a 5,9
distâncias lunares em julho de 1770.
O B14 Pan-STARRS não será visível a olho-nu e, mesmo agora a
sua deteção é extremamente difícil.
A imagem obtida por nós, dimensionada a 100% e representando
apenas uma pequena zona da imagem global, é o resultado da integração de 25x50
segundos com um apocromático de 66mm a f/6 e uma Canon 350D modificada. Foram
adquiridas na noite de 17 março com grande interferência da Lua em quarto
crescente e de muita poluição luminosa na periferia de Ponta Delgada. Nesta
imagem do cometa foi inserido um mapa estelar produzido com o SkyMap e
representando a mesma zona do céu.
O cometa B14 Pan-STARRS assinalado pela seta
segunda-feira, março 07, 2016
Nebulosa da Chama e a B33
IC 434 ou Nebulosa da Cabeça do Cavalo faz parte do grande complexo de gás molecular da constelação de Orion e é uma nebulosa escura feita de poeira a sul da estrela Alnitak pertencente à cintura de Orion ou ainda conhecida popularmente pelas "3 Marias".
A imagem resultou de uma observação realizada por nós entre as 20:00 e as 21:00 horas locais no serão de 5 março 2016 em Ponta Delgada (Fajã de Baixo) e é a mediana de 46x60 segundos com um apocromático de 66mm a f/6 e uma Canon 350D a 1600iso a quem foi retirado o filtro original e acrescentado um filtro anti-poluição lumiosa CLS-Astronomik.
A imagem resultou de uma observação realizada por nós entre as 20:00 e as 21:00 horas locais no serão de 5 março 2016 em Ponta Delgada (Fajã de Baixo) e é a mediana de 46x60 segundos com um apocromático de 66mm a f/6 e uma Canon 350D a 1600iso a quem foi retirado o filtro original e acrescentado um filtro anti-poluição lumiosa CLS-Astronomik.
Nebulosa da Chama e a nebulosa escura B33
sábado, fevereiro 27, 2016
Grupo M81-M82 e as Pleiades
A galáxia de Bode ou M81 e a galáxia do cigarro ou M82 formam um grupo de galáxias próximo do nosso Grupo Local e a M82 é conhecida por ser um centro gerador de estrelas tendo recentemente produzido a Supernova 2014j.
M45 ou Pleiades
sexta-feira, fevereiro 26, 2016
Uma cascata no céu
Na continuação das nossas observações na noite de 25 fevereiro apontámos o nosso refrator de 66 mm para a zona da NGC1502 onde brilham entre 20 a 25 estrelas entre as quais a estrela dupla Struve 485AE que na realidade é afinal um sistema múltiplo de 9 estrelas. No seu conjunto este enxame globular de estrelas tem uma magnitude visual em torno dos 6,9 e reside a 3,26 anos-luz.
No entanto a sudeste deste enxame globular existe um conjunto de estrelas que se destacam pelo seu brilho formando uma cadeia de aproximadamente 2,5 graus de comprimento com estrelas de magnitude entre 10 e 11: consitui a denominada Cascata de Kemble.
Descoberta pelo astrónomo amador Lucien J. Kemble quando observava esta zona com uns simples binóculos de 7x35, em 1980 foi dado o nome do seu descobridor pelo colunista da revista Sky and Telescope.
Aqui fica a nossa imagem e um mapa que permitirá descobrir a sua localização de modo a ser observada binocularmente.
No entanto a sudeste deste enxame globular existe um conjunto de estrelas que se destacam pelo seu brilho formando uma cadeia de aproximadamente 2,5 graus de comprimento com estrelas de magnitude entre 10 e 11: consitui a denominada Cascata de Kemble.
Descoberta pelo astrónomo amador Lucien J. Kemble quando observava esta zona com uns simples binóculos de 7x35, em 1980 foi dado o nome do seu descobridor pelo colunista da revista Sky and Telescope.
Aqui fica a nossa imagem e um mapa que permitirá descobrir a sua localização de modo a ser observada binocularmente.
O cometa Catalina rodeado por objetos estelares de natureza diferente
Por cerca de hora e meia o céu esteve descoberto na noite de 25 de fevereiro, permitindo obter algumas séries de imagens do cometa C/2013 US10 Catalina que atravessava um campo estelar muito interessante onde eram visíveis uma nebulosa planetária - NGC1501, a 4890 anos-luz e de magnitude visual de cerca de 11,5 e com a aparência de uma globo azulado. À sua direita residia o enxame globular de estrela, designado por NGC1502.
Deixamos aqui a integração de 20 imagens de 45 segundos cada pré-processadas com master frames flat, dark e offset e obtidas com um refrator apocromático ED de 66mm a f/6 e uma Canon 350D desfiltrada e dotada de um filtro CLS anti poluição luminosa.
O cometa US10 Catalina apresenta ainda uma extensa cauda iónica com a de poeiras muito condensada em torno do falso núcleo.
quarta-feira, fevereiro 24, 2016
O transito de uma vida
No próximo mês de maio, precisamente no dia 9 haverá um novo transito do planeta Mercúrio em frente ao disco solar, precisamente 13 anos depois daquele avistado à tangente nos Açores em 7 de maio de 2003. Aqui ficam os tempos de ingresso e saída do planeta bem como um diagrama do evento visto dos Açores.
Um gif animado do transito de Mercúrio verificado em 7 de maio de 2003 e visto de Ponta Delgada, Açores, dá uma ideia do acontecimento registado com um refrator Vixen 105mm.
quinta-feira, fevereiro 04, 2016
IC1795 (Nebulosa do Coração ou Running Dog Nebula) e IC1805 (Fishhead Nebula)
Situadas na constelação da Cassiopeia a cerca de 6000 anos-luz é uma extensa região berçário de estrelas. A imagem foi obtida com um Apocromático 66mm a f/6 e uma Canon 350D modificada a 1600iso e é o resultado da integração 30x50s.
quarta-feira, fevereiro 03, 2016
Cometa US10 Catalina em 2 de fevereiro 2016
O cometa C/2013 US10 Catalina faz agora o seu transito por perto da estrela polar depois de ter passado pelo perigeu entre 16 e 18 de janeiro ultimo a 123 milhões de quilómetros. A velocidade com que vai e a sua órbita hiperbólica farão com que deixe o sistema solar para sempre, para além da Nuvem de Oort sendo esta a ultima vez que será visto. Este aspeto induz a que este cometa seja considerado como objeto interestelar que poderá trazer informações muito importantes sobre a origem do nosso sistema solar, tudo levando a crer que constituirá mais uma peça, para além dos planetas anões como Sedna, que parecem ter sido atraídos pelo nosso Sol depois de terem pertencido a outro sistema estelar próximo.
Depois de ter sido visível com binóculos e pequenas lunetas, a sua observação agora só é possível com telescópios de algum diâmetro. As duas imagens agora obtidas foram feitas com um pequeno refrator apocromático ED de 66mm a f/6 mas dotado com uma Canon 350D desfiltrada (apenas com um filtro antipoluição luminosa) e são o resultado da integração de 30 imagens de 40 segundos cada às quais foram aplicadas processamentos com flats, darks e offsets, retirando o ruído eletrónico e as imperfeições do sistema ótico.
O cometa apresenta uma densa cauda de poeiras associada a uma cauda iónica de muito maior extensão. O seu falso núcleo apresenta-se esverdeado devido à presença de carbono molecular.
Aqui ficam as imagens da noite de 2 de fevereiro de 2016 obtidas na Fajã de Baixo em condições de intensa poluição luminosa gerada pelo campo de ténis a oeste e pelo campo de jogos a norte da Fajã de Cima (para além daquela introduzida a sul pela cidade de Ponta Delgada, sem falar das luzes de sódio das ruas envolventes e dos quintais em redor!!).
Depois de ter sido visível com binóculos e pequenas lunetas, a sua observação agora só é possível com telescópios de algum diâmetro. As duas imagens agora obtidas foram feitas com um pequeno refrator apocromático ED de 66mm a f/6 mas dotado com uma Canon 350D desfiltrada (apenas com um filtro antipoluição luminosa) e são o resultado da integração de 30 imagens de 40 segundos cada às quais foram aplicadas processamentos com flats, darks e offsets, retirando o ruído eletrónico e as imperfeições do sistema ótico.
O cometa apresenta uma densa cauda de poeiras associada a uma cauda iónica de muito maior extensão. O seu falso núcleo apresenta-se esverdeado devido à presença de carbono molecular.
Aqui ficam as imagens da noite de 2 de fevereiro de 2016 obtidas na Fajã de Baixo em condições de intensa poluição luminosa gerada pelo campo de ténis a oeste e pelo campo de jogos a norte da Fajã de Cima (para além daquela introduzida a sul pela cidade de Ponta Delgada, sem falar das luzes de sódio das ruas envolventes e dos quintais em redor!!).
Dois aspetos do cometa vistos por um Refrator apocromático 66mm a f/6
sexta-feira, janeiro 29, 2016
Uma noite com uma alta pressão nos Açores
Noite de 28 de janeiro, depois de dias seguidos de muita chuva e vento, uma alta pressão instalava-se sobre a ilha de São Miguel dando oportunidade à realização de algumas observações astronómicas.
Assim, demos prioridade ao cometa C/2013 US10 Catalina que na altura devia transitar por uma estrela da região da Ursa Maior.
Depois resolvemos dar uma vista de olhos pelo asteroide (40) Harmonia que transitava perto da cabeça da constelação do Leão. Fizemos uma sequência de imagens em alturas diferentes de modo a que quando sobrepusessemos as imagens fosse possível mostrar o seu percurso
Uma vez que naquela região se situa uma galáxia espiral barrada com um núcleo muito ativo na produção de estrelas, fizemos uma viagem de cerca de 20 milhões de anos-luz e fomos visitar a NGC2903 onde talvez a sorte nos pudesse reservar a descoberta de uma supernova ,,, -infelizmenta nada havia a registar excetuando a beleza natural desta galáxia cujo centro barrado alimenta a formação de estrelas.
Em seguida voltámos à região da constelação da Ursa Maior que perto da meia-noite se encontrava em melhor posição para uma observação à M97 ou Nebulosa Planetária do Mocho a 2030 anos-luz com 8000 anos de idade e representa o resultado do fim de vida de uma estrela que expulsou as suas camadas externas deixando uma Anã Branca no seu lugar.
Ainda fizemos algumas imagens do cometa P/2010 V1 Ikeya-Murakami do qual mal detectámos o cometa que é suposto ter uma magnitude de 9,7.
Assim, demos prioridade ao cometa C/2013 US10 Catalina que na altura devia transitar por uma estrela da região da Ursa Maior.
Depois resolvemos dar uma vista de olhos pelo asteroide (40) Harmonia que transitava perto da cabeça da constelação do Leão. Fizemos uma sequência de imagens em alturas diferentes de modo a que quando sobrepusessemos as imagens fosse possível mostrar o seu percurso
Uma vez que naquela região se situa uma galáxia espiral barrada com um núcleo muito ativo na produção de estrelas, fizemos uma viagem de cerca de 20 milhões de anos-luz e fomos visitar a NGC2903 onde talvez a sorte nos pudesse reservar a descoberta de uma supernova ,,, -infelizmenta nada havia a registar excetuando a beleza natural desta galáxia cujo centro barrado alimenta a formação de estrelas.
Em seguida voltámos à região da constelação da Ursa Maior que perto da meia-noite se encontrava em melhor posição para uma observação à M97 ou Nebulosa Planetária do Mocho a 2030 anos-luz com 8000 anos de idade e representa o resultado do fim de vida de uma estrela que expulsou as suas camadas externas deixando uma Anã Branca no seu lugar.
Ainda fizemos algumas imagens do cometa P/2010 V1 Ikeya-Murakami do qual mal detectámos o cometa que é suposto ter uma magnitude de 9,7.
terça-feira, janeiro 26, 2016
A performance de um CMOS
Na noite de 24 de janeiro durante os procedimentos de centragem e pesquisa no campo em torno do cometa US10 Catalina fizemos curtas imagens de 30 segundos a 1600iso com a Canon 350D modificada e com filtro CLS. Para grande espanto verificámos que com esta exposição tão curta era possível "apanhar" galáxias NGC e UGC com 10,7 e 14 de magnitude visual.
Para confirmação colocámos o campo estelar produzido pelo simulador SkyMap.
segunda-feira, janeiro 25, 2016
O cometa Catalina de partida
Falso núcleo
Trajeto do Catalina
Depois da Tempestade a bonança...e assim tivemos um serão com muita nebulosidade e Lua Cheia que permitiu fazer algumas imagens deste cometa.
terça-feira, dezembro 08, 2015
O US10 Catalina na madrugada de 8 dezembro
Imagens feitas com uma objetiva de 125mm e a ccd MX916 da StarlightXpress.
Conjunto de 15 imagens de 40 segundos tratadas com o MaximDL e sem pré-tratamento.
Notar a extensão da cauda iónica do cometa por alguns milhões de quilómetros.
No serão de 7 dezembro fizemos algumas imagens de objetos Messier situados na constelação do Cão Maior. Aqui ficam os registos da região da M46 e M47 assim como a M41 e a M93.
Todas as imagens foram obtidas com a objetiva 125mm e a MX916.
sexta-feira, dezembro 04, 2015
Cometa US10 CATALINA na manhã de 4 dezembro
Entre as 06:15 e as 06:45 obtivemos um conjunto de imagens com a Canon 350D modificada e um Celestron Shmidt-Cassegrain de 203mm a f/6,3, que depois de pré-tratadas com a aplicação de um pacote de "masters" offset, dark e flat com o software Íris, mostravam o cometa com as suas duas caudas, iónica e de poeiras e com uma coloração esverdeada de Carbono molecular (C2).
As condições de obtenção das imagens foram péssimas com o cometa sofrendo com a extinção atmosférica e a poluição luminosa citadina.
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